quarta-feira, 2 de julho de 2014

Ultimamente não anda sendo fácil lidar com tantas emoções...


Lemos tantas coisas sobre a vida, o amor, a dor, a paixão, a saudade, as razões das nossas ações que sei lá. Tem horas que me identifico mais com umas do que com outras e essa é a hora da reflexão.
Não sou do modelo de ser humano que se arrepende do que faz, mas sim do que deixou de fazer. Mas tem horas que sei lá, é como se a gente quisesse esperar e deixar a vida nos levar.
É nessa hora que eu me pergunto. Será que se eu não mover um dedo, eu vou para algum lugar mesmo?
Será que realmente o que é da gente vem até a nós?
Por vários motivos na minha vida, posso acreditar que as coisas acontecem, mas não acredito que elas caem do céu.
Elas podem até vir por mãos Divinas, mas temos que fazer a nossa parte.
Com essa frase eu estou de certa forma afirmando que ficar parada esperando não vai adiantar, mas ao mesmo tempo fico pensando que se eu não deixar a vida me levar posso estar atropelando o meu presente.
E agora???...

quinta-feira, 26 de junho de 2014

A vida me ensinou...
A dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração;
Sorrir às pessoas que não gostam de mim,
Para mostrá-las que sou diferente do que elas pensam;
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;
Calar-me para ouvir; aprender com meus erros.
Afinal eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças; sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo.
A ser forte quando os que amo estão com problemas;
Ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho;
Ouvir a todos que só precisam desabafar;
Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos;
Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão;
Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor;
A alegrar a quem precisa;
A pedir perdão;
A sonhar acordado;
A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário);
A aproveitar cada instante de felicidade;
A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar;
Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas",
embora nem sempre consiga entendê-las;
A ver o encanto do pôr-do-sol;
A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser;
A abrir minhas janelas para o amor;
A não temer o futuro;
Me ensinou e está me ensinando a aproveitar o presente,
como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesmo tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.
Desconhecido