quarta-feira, 16 de julho de 2014

O BAÚ


Quando inventei de pintar esse baú, vi nele um objeto muito importante e significativo na minha vida, pois foram duas gerações que haviam mexido nele antes. O meu avô paterno o fez e o meu pai colocou as caixinhas de som. Eu seria a terceira a fazer mais uma transformação e colocar ele com a minha cara.
Durante o processo muitas coisas foram passando na minha mente, me fez tirar no fundo do meu baú de memórias as recordações da minha vida desde, a minha infância.
Lembrei a minha avó, que contribuiu me dando a primeira agulha de crochê com uma linha de presente de Natal, ela deu isso para as netas que já estavam crescidinhas, acho que eu tinha uns 10 ou 11 anos e eu com minha irmã e uma prima passamos o dia aprendendo a fazer correntinha que é o paço principal para poder fazer qualquer coisa dessa espécie.
Me recordei  também, de que com ela e a minha mãe eu ainda criança comecei a frequentar o Clube das Mães que ficava localizada na antiga APAE e lá eu tive vontade de aprender a fazer pintura em tecido, panos de prato. E toda vida fui muito tagarela, lembro que minha professora de pintura falava assim: não sei como ela consegue pintar, cantar e ainda escutar o que a gente fala :)
Sabe foi ótimo recordar tudo isso, mas agora que o finalizei e ele está do jeito que eu planejei e está no lugar que imaginei me veio outros questionamentos.
Em relação ao meu baú de memórias, confesso que fiquei um tanto angustiada com ele, pois fiquei com um pouco de medo :(
Mas mais uma vez percebi de que não adianta ter medo, se sentir angustiada e ansiosa, pois a gente querendo ou não a vida acontece, muitas coisas acontecem e como diz a minha foto de capa anterior “O que importa nessa vida são os afetos o resto é cenário”.
E isso realmente é um fato... Não sei se é porque estou envelhecendo mas optei seguir o meu coração  ele pode até ser duvidoso e ansioso mas é dele que sai os maiores e melhores dos sentimentos o AMOR.
Maisa Alves


quarta-feira, 2 de julho de 2014

Ultimamente não anda sendo fácil lidar com tantas emoções...


Lemos tantas coisas sobre a vida, o amor, a dor, a paixão, a saudade, as razões das nossas ações que sei lá. Tem horas que me identifico mais com umas do que com outras e essa é a hora da reflexão.
Não sou do modelo de ser humano que se arrepende do que faz, mas sim do que deixou de fazer. Mas tem horas que sei lá, é como se a gente quisesse esperar e deixar a vida nos levar.
É nessa hora que eu me pergunto. Será que se eu não mover um dedo, eu vou para algum lugar mesmo?
Será que realmente o que é da gente vem até a nós?
Por vários motivos na minha vida, posso acreditar que as coisas acontecem, mas não acredito que elas caem do céu.
Elas podem até vir por mãos Divinas, mas temos que fazer a nossa parte.
Com essa frase eu estou de certa forma afirmando que ficar parada esperando não vai adiantar, mas ao mesmo tempo fico pensando que se eu não deixar a vida me levar posso estar atropelando o meu presente.
E agora???...

quinta-feira, 26 de junho de 2014

A vida me ensinou...
A dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração;
Sorrir às pessoas que não gostam de mim,
Para mostrá-las que sou diferente do que elas pensam;
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;
Calar-me para ouvir; aprender com meus erros.
Afinal eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças; sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo.
A ser forte quando os que amo estão com problemas;
Ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho;
Ouvir a todos que só precisam desabafar;
Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos;
Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão;
Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor;
A alegrar a quem precisa;
A pedir perdão;
A sonhar acordado;
A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário);
A aproveitar cada instante de felicidade;
A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar;
Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas",
embora nem sempre consiga entendê-las;
A ver o encanto do pôr-do-sol;
A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser;
A abrir minhas janelas para o amor;
A não temer o futuro;
Me ensinou e está me ensinando a aproveitar o presente,
como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesmo tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.
Desconhecido

terça-feira, 24 de junho de 2014

Era uma vez...

Com certeza esse título é um plágio da maioria dos contos de fadas lidos e relidos por uma quantidade bem expressiva de pessoas.
Mas o meu ERA UMA VEZ, vai além de muita coisa. No meu ponto de vista ele tem tantos significados que no momento fica difícil de especificar tudo o que pode ter abrangido. 
Mas no meu ponto de vista eu enxergo um Era Uma Vez de coisas que um dia deram certo, mas que hoje não dão mais. Quero que me sobre o tempo para trabalhar por partes esse título...
Quero poder especificar a expressão de um início tão inocente e ao mesmo tempo tão previsível.
Era para sempre não existe, assim como os contos de fadas. Cabe a nós percebermos até onde podemos levar cada situação da nossa vida com sabedoria e inteligência.
Não podemos ser manipulados pela ilusão de bem estar, conforto e segurança...
Ficar atento é a melhor solução :) Nada permanece do mesmo jeito e você é a peça chave para recriar a sua história e inventar e criar o seu era uma vez.

sábado, 21 de junho de 2014

Me assumindo...

Depois de uns bons anos tendo o blog com o nome de Balzaquiana Perdida, senti necessidade de trocar o título.
A Balzaquiana Perdida é a Maisa Alves, que às vezes ainda se sente andando em labirintos, nadando contra a correnteza, porém não enxerga isso como estar perdida, mas sim passado por fases, assim como a Lua, as estações do ano, os dias da semana, os meses do ano, enfim estamos vivos e isso é o processo natural da vida.

Cabe a nós nos encontramos é o nosso dever, temos a obrigação de lutar pelo nosso bem estar, interesses e nossos ideais.